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Blog dos nossos Colunistas

Aqui você encontra as publicações de nossos grupo de colunistas. Acesse nosso blog e fique por dentro da informação sem manipulação.

Cortes, resenhas e lacrações

No Youtube, mantemos um canal com os melhores momentos de nossas entrevistas. São cortes trazendo o melhor conteúdo, resenhas com as melhores explicações e, as melhores lacrações!

Transmissões ao vivo

Aqui você acessa nosso canal no Twitch.tv e pode assistir ao vivo ou rever nossas entrevistas feitas ao vivo. Sempre às 18:30hs do Brasil, trazemos entrevistas interessantes, com gente real, com informação fiel!

As entrevistas e reportagens (em construção)

Nesse canal do youtube, trazemos as entrevistas que não podem ser realizadas ao vivo por conta do fuso horário ou de outras dificuldades. Também compartilhamos aqui, reportagens feitas por nossos parceiros e equipe.

Blog da Resiliência Angolana

  • Convicção – o oxigênio do Sucesso

    Em parceria com

    O que seria de um homem sem a capacidade e a perfeita habilidade de aceitar ou negar um facto como sendo verdade ou inverdade?

    Sempre fui apaixonado pela maneira como somos levado a defender certas afirmações, conceitos e doutrinas, a forma como estamos até dispostos a dar a vida por alguma coisa em que acreditamos.

    • Cristãos foram queimados em fogueiras, jogados aos leões e torrados em caldeirões;
    • Muçulmanos estão dispostos a se vestirem de bombas e dar a vida em defesa de uma crença;
    • Cientistas aceitaram a inquisição da Igreja Católica em nome das novas descobertas sobre a vida e toda existência;
    • Movimentos liberais são capazes de criar um escândalo para que suas convicções sejam aceites pela maioria influente.

    O que dizer de tantos outros movimentos que se não fosse pela certeza de que suas crenças eram verdadeiras, teriam sido lançados no mar do esquecimento e até dispostos ao escárnio.

    Convicção, é dela que se alimenta o sucesso ou a falta dela é que alimenta o fracasso. Não importa qual seja a preponderância de suas ideias, a magnitude de sua inteligência ou a grandeza de sua sabedoria, se elas não estiverem associadas à irredutível convicção solidificada e ornamentada, você se perderá em meio à turbulência das oportunidades.

    Já vi gente com ideias brilhantes, argumentos bem estruturados, mas foram reduzidos ao ópio pela falta de convicção. Gente que. Tinha tudo para dar certo, mas faltou um certo “ge ne sais quoi” que só pode ser garantido pela convicção.

    A convicção aviva a esperança de que não vivemos ou fazemos as coisas simplesmente por fazer, mas porque essa ação inside direitamente em nossos princípios e valores.

    Quais são suas convicções?
    O que você está disposto a dar por elas?

    Você é daqueles que diz que não precisa de convicções. Que ocasião faz o ladrão. Que os fins justificam os meios.

    Se você é um pote vazio que carrega tudo e qualquer coisa que aparece por aí em um contexto de necessidade, que suas ideias são ditadas pela quentura do momento, então sua vida continuará com essa roupagem sem sentido, sem rumo nem norte.

    Desenvolva convicções, você precisará delas em momentos de aperto. Quando sua moral for posta à prova, você saberá a importância das convicções.

    Cuidado, sem convicções você corre riscos de se perder em meio ao vão.

    As convicções lhe ajudarão a escolher oportunidades, relacionamentos, escolhas profissionais, lugares e atitudes.

    Convicções erradas geram uma conduta errada. São suas convicções que ditam sua conduta e modo vida.

    O que significa que não basta ter convicções, é necessário ter certeza que suas convicções são correctas, aí você não estará dando a vida por algo que não valha a pena.

    Por: Fernando Livongue | Professor, Escritor, Consultor e Palestrante

    RESILIÊNCIA PODCAST

    Como têm sido suas realizações na razão de suas expectativas? Ouça esta entrevista com Paulo Bondo, Professor Universitário, Life Coach, Escritor e Palestrante, que fala do tema: ESPECTATIVAS E REALIZAÇÕES PROFISSIONAIS.

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    O conhecimento deve ser partilhado, e isso a Resiliência Angolana faz com Profissionalismo, Disruptividade e Gratuitidade.

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  • Muda quem pode, Cresce quem quer!

    Em parceiria com

    Na maravilhosa trajetória que o Grande Universo nos permite viver, estamos sempre acompanhados de desafios que nos permitem crescer.

    Todo o dia é uma oportunidade para mudar e para crescer, mas diante de tudo isso precede a decisão de mudar ou crescer. Nada cresce sozinho, nada nasce grande, nada nasce perfeito, é necessário estarmos sujeitos a um processo doloroso e fustigante para sermos o que queremos ser. Você pode escolher ser:

    • Uma Pessoa Normal;
    • Uma Pessoa Comum;
    • Uma Pessoa Ordinária;
    • Uma Pessoa Extraordinária.

    Porém grandes desafios se impõem para quem busca mudança e transformação. Além do pessimismo de pessoas desabituada à mudança, tem também o mau habito daqueles que se acham superiores e mais dignos de tomar iniciativas de mudança.

    Você está inserido em um meio aonde provavelmente suas ações não causam um grande impacto porque aprendeu a conviver com o sucesso de outros e está satisfeito com isso. Aprendeu a ser feliz como coadjuvante como secundário ou terciário na história de outras pessoas.

    Você precisa tomar uma decisão, uma decisão que permitirá o seu crescimento de forma exponencial, seja no cabal profissional, pessoal ou social. A mudança tem um preço e esse preço se chama: desapego.

    • Desapegue-se de pessoas que se acham superiores a você e agem como paredes diante da sua visão pro futuro;
    • Desapegue-se de pessoas que estão constantemente lhe lembrando de seu passado, de seus fracassos, de suas mazelas e derrotas;
    • Desapegue-se de pessoas que encorajam seus erros, que aplaudem seu insucesso é dizem que você está melhor assim;
    • Desapegue-se de pessoas acostumadas a invejar as montanhas de longe e nunca tomam iniciativas de escaladas, estas vivem a vida toda no vale e nunca sentiram a brisa refrescante do tipo da montanha;
    • Desapegue-se de pessoas que potenciam suas crenças limitantes, que estão sempre dizendo: “o país já tem dono”; “deixa isso para os que podem”; “contente-se com o que tens”;
    • Desapegue-se dos hábitos que drenam sua criatividade e fazem de você uma plateia na demonstração de criatividade dos outros.

    Muda quem pode, cresce quem quer. Isso me lembra uma frase de John Maxwell que diz:”O crescimento não é automático, se temos que crescer, isso deve ser proposital”.

    Enquanto você acha que a culpa pelo seu insucesso é tudo que está fora de si, então você continuará acostumado ao fracasso, mas no momento que perceber que a solução está dentro de você, está em suas decisões, então o crescimento será uma realidade.

    Supere seus desafios e permita que a mudança em sua vida seja intencional.

    Por: Fernando Livongue | Professor | Escritor | Palestrante | Consultor

    RESILIÊNCIA PODCAST

    Como têm sido suas realizações na razão de suas expectativas? Ouça esta entrevista com PAULO BONDO, Professor Universitário, Life Coach, Escritor e Palestrante, que fala do tema: ESPECTATIVAS E REALIZAÇÕES PROFISSIONAIS

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    O conhecimento deve ser partilhado, e isso a Resiliência Angolana faz com Profissionalismo, Disruptividade e Gratuitidade

  • FILTROS MENTAIS PARA VALIDAÇÃO DE INFORMAÇÕES
    Entender qual a origem das constantes insuficiências no cumprimento de certas orientações do líder aos seus liderados pode ser um divisor de águas para os diferentes contextos e situações da liderança. Foi nessa busca que nasceu a curiosidade em entender os fenómenos em volta do paradigma, e como resultado nasceu a percepção de que o segredo está na forma
como a nossa mente recebe, processa, filtra e representa as informações recebidas do meio externo por intermédio dos órgãos de sentido

    Introdução

    Como líder, sempre me intrigou o triste facto de que a mesma informação transmitida da mesma maneira para um grupo heterogêneo de pessoas teria efeitos variados para cada um dos meus liderados. É curioso saber que muitas das informações transmitidas pelo líder são interpretadas de formas diferentes pelos liderados.


    Esse tem sido o motivo de frustração de muitos líderes da presente época, pois que desconhecendo o que está por trás das diferentes reações às informações transmitidas aos seus liderados, estes líderes acabam criando certas preferências baseadas no nível de subordinação e insubordinação de seus liderados.


    “O discernimento pode ser descrito como a habilidade de encontrar a origem do problema, o que depende tanto de intuição como de raciocínio lógico. Os líderes eficientes precisam de discernimento, embora nem mesmo os bons líderes evidenciem-no todo tempo”. John Maxwell

    Entendimento

    Entender qual a origem das constantes insuficiências no cumprimento de certas orientações do líder aos seus liderados pode ser um divisor de águas para os diferentes contextos e situações da liderança. Foi nessa busca que nasceu a curiosidade em entender os fenómenos em volta do paradigma, e como resultado nasceu a percepção de que o segredo está na forma como a nossa mente recebe, processa, filtra e representa as informações recebidas do meio externo por intermédio dos órgãos de sentido.

    Isso me torna consciente de que muitas vezes os problemas de comunicação não são advindos da incapacidade do líder em transmitir certa informação, mas na forma como a mente de cada um de seus liderados está programada para processar, filtrar e validar esta ou aquela informação.

    FILTROS MENTAIS

    Segundo Sigmund Freud, conhecido como pai da psicanalise, o nosso cérebro está constituído por três grandes elementos:

    Ich – Id – Eu: Impulsos múltiplos da libido, dirigidos para o prazer.

    Es – Ego – Isso: Nossa Consciência, Conhecimento do Eu.

    Uberich – Superego – Supereu: Consciência moral, ou seja, os princípios sociais e as proibições que nos são inculcadas nos primeiros anos de vida e que nos acompanham de firma inconsciente a vida inteira.

    Com base nesta estrutura entendemos que nossa mente funciona como uma máquina que absorve informações e desenvolve padrões de comportamento, baseados na educação familiar, na educação escolar, nas experiências vividas,
    ouvidas e presenciadas.

    Estes padrões, quando sistematizados criam filtros mentais por meio dos quais a mente de uma pessoa poderá receber, processar e interpretar uma informação como sendo verdadeira ou falsa.

    Algumas teorias atestam que por meio destes filtros toda verdade se torna relativa, pois o que pode ser verdade para um, para outro pode não ser. Uma ordem do líder transmitida aos seus liderados pode ser apreendida e aplicada por uns e não por outros em situações diferentes.

    A compreensão deste fenómeno não será simplesmente benéfica para os lideres, mas para cada pessoa de forma individual, pois esta descoberta permite identificar crenças limitantes, hábitos irracionais, vícios entre outros problemas que afectam
    as organizações e as sociedades.

    Uma informação dentro do nosso MIND, obedece um processo de 3 passos, nomeadamente:

    1º Entrada de informação: processo realizado pelos 5 sentidos humanos;

    2º Filtração da Informação: processo de validação ou invalidação das informações obtidas por meio dos órgãos de sentido;

    3º Representação interna: processo que permite visualizar previamente os resultados do processo de validação ou invalidação de uma informação.

    Pela complexidade e preponderância do processo do segundo ponto, neste artigo iremos nos focar no processo de filtração de informação.

    Conceito: o termo filtração provém da física e basicamente significa, passagem de (onda de luz, calor, ruído, água, etc.) por algo que lhe diminua a intensidade ou o liberte de corpos estranhos. Figurativamente, o termo passou a ser parte da
    administração ganhando um significado realmente interessante:

    = separação do essencial ou desejado; escolha, seleção =

    Separação do essencial ou desejado, escolha ou seleção, ou seja, a filtração permite selecionar aquilo que é essencial ou desejado, daquilo que que é supérfluo e desnecessário.

    O nosso cérebro filtra as informações por 3 grandes processos:

    Omissão: significa deixar de lado, desprezar ou esquecer; preterição, esquecimento de certos detalhes individualmente dispensáveis para validação de alguma informação. Nossa mente ignora aquilo que ela aprendeu de sua experiência, educação e ensino, como sendo menos importante e foca apenas naquilo que ela mesmo concebe por importante ou
    desejável para aquele contexto e situação: Um exemplo disso é, ao ouvirmos uma notícia na TV ou outra mídia, nossa mente foca apenas nos detalhes que achamos importantes ou necessários para nós e para o contexto envolvente;

    Generalização: a lógica trata o termo como sendo a operação intelectual que reúne em uma classe geral, termo ou proposição, um conjunto de seres ou fenômenos semelhantes, ou seja, pela generalização, nosso cérebro obtém
    a informação do meio externo e procura por situações semelhantes, tentando achar congruência para que esta informação seja validada. Caso não encontre elementos, situações e/ou experiências semelhantes, nosso cérebro invalida tal informação de forma automática;

    Distorção: é a capacidade que nossa mente possui de causar alteração da forma ou de outras características estruturais e como resultado causa deformação na informação obtida pelos órgãos de sentido. Por meio da distorção nossa mente desestrutura a informação e reorganiza-a com base em certos princípios compreendidos por nós, numa linguagem mais
    acessível ao nosso MIND, e como resultado fará com que esta ou aquela informação seja validada ou invalidada.

    META-PROGRAMAS

    A filtração da informação em nossa mente por omissão, generalização ou distorção, acontece graças a um sistema mentalmente estruturado de:

    Valores:

    qualquer informação que adentre à nossa mente será tida como válida, só e só se esta estiver de acordo com os valores que defendemos. Este segredo foi compreendido pela indústria do marketing, e por meio dela os especialistas em markentig e publicidade – antes mesmo que vendam seu produto – buscam desenvolver em seus clientes valores que estejam em concorde com o produto que desejam vender.

    Esta atitude permite não só vender o produto como também, fará com que o cliente se torne um verdadeiro consumidor da marca desta empresa. Na liderança, este mataprograma permite que o líder – antes mesmo que responsabilize e cobre por resultados – consciencialize seus liderados desse novo valor que será necessário para a garantia de produtividade. Sem isso, a missão de vender ou liderar é enfadonha e improdutiva. Se seu produto ou forma de liderança não agrega novos valores aos seus clientes ou liderados, seu produto ou liderança logo logo verá sua depreciação;

    Crenças:

    como cristão, sempre achei curioso o porquê de tanta complexidade em fazer proselitismo com alguém que seja radical em uma fé islâmica, judaica, budista, entre outros. Factores espirituais envolvem-se no processo, porém a explicação mais plausível foi que é impossível substituir crenças tão enraizadas na mente de uma pessoa e substituí-la por novas crenças, alheias ou novas a sua realidade.

    Crenças são crenças, e qualquer informação em nossa mente só será validade caso esteja em concordância com as crenças aprendidas e apreendidas do meio envolvente e da educação que recebemos. Novas informações carecem da implementação de novas crenças. Funciona como a reputação que políticos e policiais possuem diante do povo, para que este volte a acreditar em políticos e policiais, é mister que estes desenvolvam ações que reformulem as crenças do povo, tendo como resultado a possibilidade de voltar a conquistar sua confiança e reputação;

    Decisões:

    Decisões passadas, padrões na concepção de ideias efectivas, têm também seu peso dentro do quesito da validação ou invalidação de informações dentro de nossa mente. As pessoas desenvolvem um padrão de comportamento que permite prever quais os requisitos básicos para que sua decisão diante de uma determinada situação seja SIM, NÃO ou TALVEZ.
    Com base nesta concepção, muitas empresas e sistemas governamentais alcançam o domínio da autonomia dos indivíduos para a tomada de decisões.

    É possível condicionar a tomada de decisões por meio do controle mental e psicológico de um indivíduo. Alguns líderes fazem isso por meio da coerção, outros pelas recompensas e aliciamento, outros ainda pelo enfatizar de oportunidades e fraquezas de seus liderados. Mas a verdade é que, muitos dos défices identificado em muitos sistemas de liderança e trajetórias de vida
    estão estritamente ligados aos padrões de tomada de decisões desenvolvidos por um indivíduo durante seu percurso de vida;

    Atitudes:

    outro meta-programa influente no processo de validação de uma informação por nossa mente são as nossas atitudes. Atitudes integradoras, atitudes disruptivas, atitudes positivas, são como catalizadores de validação de informações que as sustentam. Pessoas negativas, cabisbaixas e dominadas por crenças limitantes, possuem uma capacidade mental enorme
    de invalidar informações que transmitam oportunidades, mudança ou crescimento. As atitudes são alimentadas por crenças e decisões, o que significa dizer que, uma pessoa possuída por crenças limitantes e decisões inconsequentes viverá uma vida na contramão do sucesso e do crescimento.

    Crenças erradas conduzem a atitudes erradas;

    Memórias:

    nossas memórias transportam nossas experiências, nosso passado é provavelmente o maior meta-programa para filtração de informações. Decisões erradas no passado deixam memórias que desenvolvem em nós um escudo protetor que pode inibir a validação de certas informações no presente e no futuro. Se suas memórias estão carregadas de fracasso, falhas, improdutividade, insucesso, incapacidades, acredite, sua mente aprenderá a validar informações impulsionem ainda mais
    estes pormenores. A solução está em desprender-se das memórias que limitam sua visão e apegar-se às memórias que impulsionam a mudança e o crescimento. Caso você não tenha tais memórias, então está mais que na hora de criar novas memórias;

    Estratégias:

    pergunte aos líderes de empresas supostamente conservadoras que entram em colapso, mas decidem não mudar suas
    estratégias, o porquê de até agora não implementarem novas estratégias que facilitem o crescimento. Tenho a certeza que muitas das respostas estarão associadas ao comentário: “Mas é assim que temos feito desde a nossa fundação”, “Agimos assim a mais de cinco gerações”. Acredite, a informação que vira a causar mudança nesta organização só será plausível caso as novas estratégias irromperem este meta-programa na mente da diretoria desta organização. A mudança deve viver acompanhada de novas propostas estratégicas para a sua implementação na liderança, ou em mentes individuais;

    Conclusão

    “A primeira qualidade de um líder que se relaciona bem é a capacidade de entender como as pessoas pensam e sentem”. John Maxwell

    Entender como a mente humana funciona permite aos líderes e liderados trabalhar em cada um dos aspectos e processos a ela associados de formas a despertar o senso de sucesso e produtividade, e como resultado final proporcionar o desenvolvimento pessoal e organizacional.

    O líder que ignora a forma como seus liderados pensam, acabará frustrado com tantos gaps de incumprimento e inadimplência por parte de seus liderados. O indivíduo que ignora seus filtros e meta-programas, acabara praticando o princípio da insanidade segundo Albert Einstein: fazer sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes. Pessoalmente acredito que por mais complexa que seja a nossa mente, somos capazes de construir filtros capazes de trazer como resultado: sucesso, produtividade e crescimento pessoal e organizacional.

    A mente é a fonte da vontade e das atitudes, saber como ela funciona permite que construamos uma estrada direta para o alcance dos nossos objectivos preconizados.

    Termino com o seguinte pensamento: “Tenho de ver o projeto que faço como minha obra. Do contrário, ocorre a alienação. Fico alheio (…) não tenho reconhecimento. Esse é um dos traumas mais fortes que se têm atualmente. Todas as vezes que
    aquilo que você faz não permite que você se reconheça, seu trabalho se torna estranho a você. Trabalho exige reconhecimento – conhecer de novo”. Mário Sérgio Cortella.


    Por: Fernando Livongue | Professor | Palestrante | Escritor | Consultor de Empresas

  • Quem sabe para onde vai?

    Em parceria com

    “Muito cuidado ao tentar caminhar sem um PLANO DE AÇÃO, além da frustração em andar e nunca chegar a algum lugar, existe também o enfado e a insatisfação com os resultados alcançados.”

    Quem não sabe para onde vai, nenhum lugar será suficientemente satisfatório para saciar a sede de um sucesso sem foco!

    É mais fácil caminhar quando se sabe para onde estamos a ir. Caminhar com um Plano de ACÇÃO encurta o caminho, poupa forças e favorece a análise.

    Possivelmente você não tem um Plano de ACÇÃO porquê está sempre dizendo a bendita frase: “Entrego tudo nas mãos de Deus”. Mas eu pergunto, o que você está entregando nas mãos de Deus?
    Se você não sabe o que quer, está entregando o quê?

    Sabe? Por este motivo seu sucesso nunca chega, sua frustração continuará até ao momento que decidir entregar pra Deus, Planos Estruturados e um Prospecto do que você deseja viver. A Bíblia diz: “Entrega os teus desígnios ao Senhor é Ele cumprirá o desejo do teu coração”.

    Caso precise de ajuda, nós na Resiliência Angolana podemos ajudar você a estruturar um PLANO DE AÇÃO com cabeça, tronco e membros.

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    resiliência2021

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  • Para si, o que é ser JOVEM?

    Em parceria com

    Confesso que levei muito tempo pra entender o que significa ser jovem. Certo dia fui convidado para ministrar uma palestra a um grupo de homens de idade heterogênea entre os 15 aos 80 anos, o tema da palestra era “O CONHECIMENTO ATRAVÉS DAS GERAÇÕES”.

    Foi uma palestra estupenda e serviu de oportunidade para descoberta e redescoberta de valores. Um dos grandes factos aprendidos na palestra foi que que simultaneamente convivem em uma mesma época 3 gerações:

    • Gerações Passiva: dos 0 aos 17 anos;
    • Geração Ativa: dos 18 aos 70 anos;
    • Geração Transitiva: dos 71 em diante.

    O que significa ser jovem para si?
    A juventude é uma idade compreendida entre os 18 e 35 anos de idade, nela o jovem passa por um processo de construção de identidade e repertório para a vida adulta. É na juventude que o ser humano ganha a autoridade e autonomia para tomar suas próprias decisões e baseado nelas construir sua própria história.

    É a juventude uma fase de Plantiu ou de colheita? Se formos perguntar para a maior parte dos jovens, a resposta será:

    • A JUVENTUDE É PARA CURTIR, É PARA ENCHER A CARA E APROVEITAR O QUE A VIDA TEM DE MELHOR.

    Infelizmente, com esse pensamento instaura-se a ideia de que ser jovem é colher (prazeres e diversão), mas ‘pera-i’: Colher o quê? Quando foi que você plantou o que você está a colher agora para curtir a vida e aproveitar o que ela tem de melhor?

    Muitos desses jovens vivem como se o amanhã não importasse e como se todo o vigor que despendem hoje poderá ser o mesmo quando atingirem a fase da geração transitiva.

    Até aqui, eu escrevi muitas palavras, você conseguiria me responder, com base no que eu disse: O QUE É SER JOVEM?

    Por: Fernando Livongue


    Resiliência Angolana

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