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Cortes, resenhas e lacrações

No Youtube, mantemos um canal com os melhores momentos de nossas entrevistas. São cortes trazendo o melhor conteúdo, resenhas com as melhores explicações e, as melhores lacrações!

Transmissões ao vivo

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As entrevistas e reportagens (em construção)

Nesse canal do youtube, trazemos as entrevistas que não podem ser realizadas ao vivo por conta do fuso horário ou de outras dificuldades. Também compartilhamos aqui, reportagens feitas por nossos parceiros e equipe.

De tanto ver triunfar as nulidades, desencorajado e, sobretudo frustrado por viver em um período histórico em que vicejam camundongos e que tais, lembro-me da poesia como sucedâneo a pasmaceira moral e  de atitude! Revisito a obra de Bandeira, em especial o poema que dá título ao comentário, datado de 1930, nada obstante seja de atualidade inquestionável. Escreveu inúmeras frases celebres,  dentre as quais destaco: ‘A vida é uma aventura, de tal modo inconsequente”! A esta altura a inconsequência é uma constante em que tem a responsabilidade de governar, não menos inconsequentes são os governados que insistem em desdenhar da doença e da dor alheia! Tudo é uma aventura que tem como desiderato a morte.

Identificado por motivos óbvios com o poema nele me refugio e encontro certa paz. 

O poeta criou  esta cidade em busca de um lugar onde pudesse viver livre das obrigações e das limitações que a doença trouxe em sua vida. E esta cidade imaginada por ele, transcendeu a própria poesia e se tornou um lugar onde a vida é melhor, tornando um símbolo de liberdade!

A fuga para esta cidade seria uma metáfora para uma fuga para a liberdade, para uma vida que poderia ter sido vivida, não fosse a doença que acometia o poeta, que teve uma tuberculose.

O pulmão doente identifica o medo do poeta ao cotidiano de 2021,aos medos e frustrações de todos nós!

Maior medo que da doença só sinto da incompetência e da falta de valores morais do Governo do Paraná que recebeu bilhões do Governo Federal e em mais um “locodow” afirma que nem sequer respiradores tem em numero suficiente.

Definitivamente, em terra de Carlos Ratinho Massa e seus sequazes só nos resta uma saída:

Vou-me embora para Pásargada!

Ogier Buchi

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